Olá, menino
Continue a brincar com seus sonhos
Na divertida infância de não ser ninguém
Pule, brinque, dê risada
É hora da alegria
Meu caro adolescente
Na intimidade que se desvenda
Luzes a se acender
Trevas a lhe ludibriar
Continua convicto que é um aprendiz da vida
Jovem, na encruzilhada da mudança
Força para o futuro que lhe aguarda, ansioso pela maturidade
Paz para o passado vivido, a lhe sustentar por toda a vida
Homem adulto
Sinta o peso de sua responsabilidade
Que as atitudes lhe sejam realidades
Com o calor do sentimento
Com a lógica da razão
Ao senhor senil, meus cumprimentos
Chegou a idade da colheita
Coma do fruto da vida
A lhe oferecer o doce caminho que o ontem lhe direcionou
Pense no presente que se esvai ligeiro
Pronto a encarar o amanhã do além túmulo.
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sábado, 11 de dezembro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
Medo de Amar
Por tudo o que passo
Ainda que pouco seja
O sofrimento árduo e ácido
Parece límpido quando sinto Amor
Que força é está que me acende?
O que é isso que muda a minha personalidade?
Será que eu o detenho e controlo?
Não sei...
Sinti Amor hoje, há pouco
Foi breve, durou pouco
Deve ser meu coração rouco
Que fala só para mim, baixinho:
- Eu não desisti de você, por favor
Não desista de você mesma...
Quem sabe ele tenha vergonha
Pode ser medo, quem sabe
Mas eu sei que nada sei
E o que eu não sei?
Talvez eu não saiba amar...
Desejo não é realidade...
Posso querer, mas é difícil...
Bem, enquanto isso
Bebo um chá
E algo surge:
- Ah! já sei..
É o medo de Amar.
Ainda que pouco seja
O sofrimento árduo e ácido
Parece límpido quando sinto Amor
Que força é está que me acende?
O que é isso que muda a minha personalidade?
Será que eu o detenho e controlo?
Não sei...
Sinti Amor hoje, há pouco
Foi breve, durou pouco
Deve ser meu coração rouco
Que fala só para mim, baixinho:
- Eu não desisti de você, por favor
Não desista de você mesma...
Quem sabe ele tenha vergonha
Pode ser medo, quem sabe
Mas eu sei que nada sei
E o que eu não sei?
Talvez eu não saiba amar...
Desejo não é realidade...
Posso querer, mas é difícil...
Bem, enquanto isso
Bebo um chá
E algo surge:
- Ah! já sei..
É o medo de Amar.
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